Michel Augusto

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O problema da forma sem o conteúdo: A necessidade da exposição bíblica

 

As mídias são meios fenomenais de divulgação de educação, cultura, informação e entretenimento. “Mas podem também atrofiar o crescimento intelectual dos homens.”[1] E não somente o intelectual, como também o espiritual. Isso ocorre quando nos deparamos com homens que até possuem uma boa homilética, mas deixam a desejar na exegese do texto. A forma é desprovida de conteúdo. “Alguns homens têm estudado arduamente, mas provalvemente são poucos.”[2]

Ryken destaca também que embora a pregação tenha que ter um caráter de “simplicidade para alcançar o homem, pois o propósito do sermão não é a estética, mas edificação espiritual, a premissa maior do sermão é que o seu conteúdo é mais importante do que sua forma.”[3] “Pregar não é somente contar uma história, mas envolve uma transferência do ensino da passagem para os ouvintes.”[4] Albert Mohler ao falar do estado da pregação atual, destaca que a mesma sofre de alguns males: 1. Perda de confiança no poder da Palavra; 2. Obsessão por tecnologia; 3. Embaraço diante do texto bíblico; 4. Esvaziamento de conteúdo bíblico; 5. Focalização em necessidades sentidas; 6. ausência de evangelho.[5]

Michael Quicke fala da mídia e da forma como os meios de comunicação afetam a pregação. Ele diz que “a fim de serem ouvidos e entendidos, os pregadores sempre precisaram se relacionar com a cultura contemporânea”. A pregação midiática deve passar pelos pressupostos da exposição bíblica. Uma profunda preocupação com o texto e o seu arcabouço bíblico-teológico. A pergunta que deve ser feita é se “a exegese e a teologia são sadias? Os pregadores às vezes são surpreendentemente descuidadosos na escolha das palavras, expelindo teologia vaga.”[6]

Quando nos reportamos à história da pregação, percebemos quão necessário é o ensino doutrinário hoje. “Reforma e renovação são sempre associadas com redescobrimento pessoal do texto e doutrina bíblica depois de um tempo de analfabetismo bíblico.”[7]

A manipulação acontece em meios seculares ou religiosos, seja através de propagandas que levam o homem ao consumismo ou ao sistema religioso que promove o mesmo efeito. A mídia é uma arma que pode defender o homem quanto à ignorância, mas pode levá-lo à extrema idiotização. O materialismo é um fenômeno social que tem desdobramentos religiosos. As muitas ofertas na mídia religiosa levaram multidões a terem uma percepção errônea da fé cristã. Nesse contexto, foi estabelecido uma relação doentia de uma busca por um Deus que pode atender todos os pedidos, gerando o dilema entre o ser e o ter. “O ser nos leva à posse não de objetos, pessoas ou coisas. O ter, por sua vez, nos conduz à posse material de coisas que acabam por despertar e fomentar o egoismo e a falta de altruísmo nas relações.”[8]

A forma como a maioria das programações são transmitidas se encaixam perfeitamente ao anseio dos ouvintes em todas as culturas. Levando em consideração a linguagem popular, o desejo de ouvir uma palavra que gere ânimo para a solução imediata de problemas, muitos pregadores midiáticos seriam aprovados dentro dessa roupagem. No entanto, “a forma do sermão deveria acentuar sua mensagem”[9], e não o contrário.

Infelizmente, a motivação de muitos religiosos ao se deslocarem para a mídia, é a de simplesmente atrair pessoas, para delas aproveitarem o máximo. O perfil do pregador, segundo Stott, “é o de um despenseiro. O despenseiro é o empregado de confiança que zeal pela correta utilização dos bens de outra pessoa.”[10] Ou seja, o pregador é alguém que recebeu um dom para utilização em prol de terceiros, levando em consideração Àquele que o chamou. O estimado autor continua dizendo que “o pregador é um despenseiro dos mistérios de Deus, ou seja, da autorevelação que Deus confiou aos homens e é preservada nas Escrituras.”[11]

O conteúdo para a pregação é a Bíblia. “A prédica evangélica alimenta-se, baseia-se, origina-se, inspira-se e motiva-se na Palavra de Deus, porque ela é o grande inexorável reservatório da verdade cristã.”[12] David Eby fala que “todo pregador sabe intuitivamente e por experiência que conteúdo fraco nunca produzirá uma pregação poderosa e sem tal, ela se tornará anêmica.”[13] O referido autor caracteriza a pregação com conteúdo da seguinte forma: 1. uma pregação que exalta Cristo e sua obra; 2. Que proclama a salvação pela graça; 3. Que apele para a consciência sobre o pecado e a culpa; 4.Que enfoque a eternidade e prestação de contas a Deus; 5. Que declare a salvação exclusiva em Cristo; 6. Que convide para o arrependimento e fé.[14]

Paulo Anglada diz que o conteúdo da pregação tem que ter base “bíblica, cristocêntrica, teológica e evangélica.”[15] O cerne da pregação apostólica é Jesus Cristo. A igreja do Novo Testamento pregava o “nascimento, o ministério, a morte, a ressurreição e a exaltação de Jesus de Nazaré como cumprimento das antigas promessas de aliança com Deus, sua presença hoje e seu iminente retorno.”[16]

A teologia da pregação segundo Helmut Thielicke se refere “à mensagem toda e unida pelo fio de um sólido tema com ação definida em direção a fim pré-determinado.”[17] O conteúdo da mensagem de Jesus “não eram exercícios acadêmicos nem meros conselhos éticos. Ele vai fundo na vida. Ele penetra os sentimentos; sonda os relacionamentos mais profundos.”[18]

As questões de cunho performático e de oratória são bem trabalhadas na mídia radiofônica. O convencimento e o enchimento dos templos por pessoas que ouvem essas programações são provas disso. A forma de se pronunciar um sermão é muito importante no processo comunicativo, levando em consideração que temos ouvintes e não meros objetos. No entanto, “a forma de transmissão deve mostrar respeito pelo texto antigo e sua eficácia na comunicação de sua mensagem para os ouvintes de hoje.”[19] O sermão midiatiático precisa conter forma e conteúdo. A linguagem radiofônica exige do pregador certas técnicas no tocante à voz, tempo e formato de uma programação. No entanto, a exegese é indispensável nesse processo. “A exegese séria pergunta o que toda a passagem significa”[20], e isso demanda um esforço do pregador que vai além da técnica de se falar no microfone de estúdio. Requer muito estudo, senso de missão e responsabilidade com o texto pregado e o ouvinte. Gordon MacDonald nos lembra que: Bonhoeffer pregou no rádio, advertindo acerca de um líder “que se permite sucumbir aos desejos daqueles a quem lidera, que sempre tenta se transformar no ídolo deles, e então a imagem do líder vai gradualmente se tornando na imagem de um enganador […]. Esse é o líder que faz um ídolo de si mesmo e de seu governo, e que assim zomba de Deus. Bonhoeffer foi tirado do ar enquanto ainda falava, supostamente por simpatizantes de Hitler, e foi forçado a divulgar a sua fala por escrito para garantir que seus ouvintes tivessem entendido tudo que ele tinha a dizer. Mas ele tinha declarado a sua posição, e logo houve aqueles que questionaram o seu patriotismo. A sua pregação e ensino aos pregadores em treinamento logo assumiu um tom de confronto: “Não tente tornar a Bíblia relevante”, ele disse. “Sua relevância é axiomática […] Não defenda a Palavra de Deus, mas testifique dela […]. Confie na Palavra.[21]

Somente quando “o servo do Senhor, que é chamado por Deus para o ministério da Palavra, descobre a grande importância e valor da pregação, é que ele dedicará o melhor de si para ser fiel arauto de Deus.”[22] A atitude do pregador frente às oportunidades dentro ou fora do espaço litúrgico passa pela a atitude do pregador para com a sua vocação ministerial. J. W. Shepard diz que o pregador: […] deve estar convicto desde o começo, do êxito feliz do seu ministério. Deve compenetrar-se do grande privilégio de ser portador de uma mensagem capaz de transformar os ouvintes, e até o próprio mensageiro. Deve sentir a grande responsabilidade de pregar a mensagem que traz vida ou morte.[23]

A síndrome que envolve o protestantismo brasileiro midiático é a do pregador endeusado em virtude dos dons carismáticos. O pregador é apenas um “porta-voz, um instrumento secundário para proclamar a mensagem da cruz. Por mais eloquente que seja, o mensageiro nunca deve pensar ser maior do que a mensagem, que é o essencial”.[24]

O preparo para enfrentar o púlpito ou as mídias vai definir o conteúdo a ser ministrado. “A comunicação que transforma, segundo Andy Stanley, “passa pelo pressuposto que a apresentação diante do povo tem como base a total prontidão.”[25] A mídia de rádio interligada ao protestantismo passa por um período de descrédito justamente pelo motivo do despreparo. Somente um retorno ao conteúdo bíblico, sólido, cristocêntrico, dará o crédito necessário para que as pessoas precisam. É claro que existe uma massa que se envolve sonoricamente com pregações sem fundamentos, mas logo descobrem que foram enganadas, pois muitas das promessas não foram cumpridas.

A pregação pragmática faz muito sucesso na mídia, mas tem tempo contado, pois a falta de fundamento, em algum momento, decepcionará os ouvintes. Deixar a bíblia falar é a melhor alternativa para um expositor da fé cristã. Mas para deixar a bíblia falar, é necessário que haja um preparo. As questões práticas podem ser tocadas na pregação midiática, mas não somente. Lloyd Perry diz que a pregação precisa considerar as pessoas e seus problemas.”[26] Não deixa de ter razão, mesmo porque os problemas dos homens estão ligados à natureza pecaminosa. Sendo assim, “a maior necessidade do homem estão descritas no contexto doutrinário bíblico. A Segunda Carta de Paulo à Timóteo descreve: 3.16 Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ministrar a verdade, para repreender o mal, para corrigir os erros e para ensinar a maneira certa de viver.[27]

Charles C. Ryrie ao comentar o texto paulino, diz que a ênfase de tais “versículos dizem claramente que a doutrina bíblica, além de relevante e prática, também fornece a proficiência necessária à vida e às atividades do cristão. O que não falta é relevância e praticidade.”[28] As questões sociológicas que envolvem o protestantismo brasileiro foram observadas por Karl Lachler, ao escrever sobre os passos para a exposição bíblica. Ele diz que “o ministério no Brasil tende a ser mais relacionado com a psicologia de grupo do que com a sincronização de um planejamento.”[29] O planejamento é um fator que tem como pano de fundo o preparo. A cultura local tem levado milhares de líderes a se especializarem no tocante à necessidade social relacional, gerando um desprezo no que se refere à pregação do evangelho.

No púlpito, o preparo é maior, pois os recursos visuais são evidentes. No rádio, a sonoridade requer outros recursos, mas tanto um meio quanto o outro carecem de conteúdo. Sem sombra de dúvidas, “um dos maiores desafios para pregar na atualidade é o pregador manter-se fiel aos ensinamentos bíblicos, explanando-os e aplicando-os às necessidades dos ouvintes.”[30]

A forma de uma pregação midiática passa pela eloquência. No entanto, o conteúdo deve fazer parte desse processo. Existem muitos homens eloquentes, mas que não transmitem aquilo que foram chamados “ou não” para fazer. Piper salienta que temos que tomar cuidado, “pois as pessoas apreciam ouvir uma boa mensagem mesmo que não compartilhem de nenhuma das suas convicções.”[31]

A pregação do evangelho de Jesus Cristo é a tarefa mais nobre a ser desempenhada nesse mundo perdido. Infelizmente, muitos usam o poder da oratória para desenvolverem uma pseudo pregação do evangelho na mídia. A maior tristeza que vivemos é quando vemos ou ouvimos alguém abrindo a Palavra de Deus, fazendo a leitura do texto, mas fugindo completamente do propósito da proclamação. A escolha do texto foi somente um pretexto para caminhar em outra direção. Como é necessário realizar uma leitura inicial, lê-se qualquer texto para justificar o início da preleção. Quando isso acontece, a impressão que temos é que ou a pessoa não tem o mínimo de senso do que é ministrar o evangelho.

Existe uma tentativa de falar numa só oportunidade inúmeros temas e textos, trazendo uma enorme confusão para quem ouve o sermão. A falta de objetividade e compromisso com o texto lido, faz com que os receptores da mensagem não tenham um aproveitamento do que foi falado. Os reformadores enfrentaram um sistema de engano que persiste até hoje. Os problemas são os mesmos. Se havia a venda de indulgências, hoje há a venda das bênçãos. O povo era subestimado com desvirtuamento da relação salvífica por obras. As crendices e superstições têm substituído a soberania de Deus em prol do determinismo e triunfalismo humano.

A Reforma mudou o contexto desfavorável da igreja na idade média, mas o ranço romano continuou a proliferar no meio protestante e criou outras ramificações piores ainda. A romanização Igreja Católica foi aprimorada e hoje o protestantismo é alvo de críticas infindáveis por todos os setores da sociedade. É vergonhoso ter que conviver com tantos desastres eclesiásticos. Inúmeras igrejas foram abertas e nada acrescentaram a não ser decepção e escândalos.

Jilton Moraes ao falar sobre a mídia, diz que “as mensagens desse veículo deve desafiar os pastores das igrejas a aprimorar o seu trabalho no púlpito. Podem servir também como desafio para que a igreja comece o seu próprio programa.”[32]

Sem sombra de dúvidas que a tecnologia deve ser usada no contexto da igreja. Todos os meios, sejam antigos ou novos são valiosos para a difusão do Evangelho. Paul Butler fala com propriedade dessa junção: Quando aliamos uma mensagem devidamente preparada a uma tecnologia escolhida com cuidado e bem elaborada, sem atrair atenção desnecessária para o meio de comunicação ou para o mensageiro, podemos ajudar os ouvintes a entender o conteúdo da pregação.[33]

A pregação midiática cumpre o papel na propagação do Evangelho. “Tal obra missionária somente pode realizada por cristãos que pensam realmente em “reino de Deus” e não exclusivamente na sua paróquia.”[34]

[1]   BROSE, 1980, p. 185.

[2]   DELNAY, Robert C. Fogo no seu púlpito. São Paulo: Editora Batista Regular, 2012. p. 42.

[3]   RYKEN, Leland. Santos no mundo: os puritanos como realmente eram. São José dos Campos: Editora Fiel, 2013. p. 170-180.

[4]   GOLDSWORTHY, Graeme. Pregando toda a Bíblia como escritura cristã. São José dos Campos: Editora Fiel, 2013. p. 239.

[5]    MOHLER, Albert Jr. Deus não está em silêncio: pregando em um mundo pós-moderno. São José dos Campos: Editora Fiel, 2011. p. 25.

[6]   ECLOV, Lee. Dez critérios usados pelos nossos especialistas para escolher os melhores sermões. In: ROBINSON, Haddon; LARSON, Craig B. A arte e o ofício da pegação bíblica: um manual abrangente para comunicadores da atualidade. São Paulo: Edições Shedd, 2009. p. 873.

[7]   QUIKE, Michael. A história da pregação. Uma avaliação da pregação atual à luz da história. In: ROBINSON, Haddon; LARSON, Craig B. A arte e o ofício da pegação bíblica: um manual abrangente para comunicadores da atualidade. São Paulo: Edições Shedd, 2009. p. 79.

[8]   SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Mentes consumistas: do consumismo à compulsão por compras. São Paulo: Editora Globo, 2014. p. 19.

[9]   GREIDANUS, Sidney. O pregador contemporâneo e o texto antigo: interpretando e pregando literatura bíblica. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006. p. 358.

[10] STOTT, John. O perfil do pregador. São Paulo: Editora Vida Nova, 2011. p. 16.

[11] STOTT, 2011, p. 16.

[12] REIFLER, Hans Ulrich. Pregação ao alcance de todos. São Paulo: Editora Vida Nova, 1993. p. 27.

[13] EBY, David. Pregação poderosa para o crescimento da igreja. O papel da pregação em igrejas em crescimento. São Paulo: Editora Candeia, 2001. p. 75.

[14]   EBY, 2001, p. 77-79.

[15] ANGLADA, Paulo. Introdução à pregação reformada: uma investigaçãoo histórica sobre o modelo bíblico-reformado da pregação. São Paulo: Editora Knox, 2005. p.117-133.

[16] GREIDANUS, 2006, p. 18.

[17] LEWIS, Ralph. Pregação indutiva: como pregar de modo que as pessoas ouçam. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2003. p. 320.

[18] LEWIS, 2003, p. 97.

[19] GREIDANUS, 2006, p. 358.

    BROSE, 1980, p. 185.

[20] DELNAY, 2012, p. 44.

[21]   MACDONALD, Gordon. O que podemos aprender de dois pastores — Bonhoeffer e Thielicke — que ministraram em tempos terríveis. In: ROBINSON, Haddon; LARSON, Craig B. A arte e o ofício da pegação bíblica: um manual abrangente para comunicadores da atualidade. São Paulo: Edições Shedd, 2009. p. 795.

[22] KEY, jerry Stanley. A preparação e a pregação de sermões bíblicos: princípios de Homilética. Rio de janeiro: Editora Juerp, 2001. p. 34.

[23]   SHEPARD. J. W. O pregador: esclarecida discussãoo sobre a personalidade e métodos do pregador. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1959. p. 11.

[24] KEY, 2001, p. 34.

[25] STANLEY, Andy. Comunicação que transforma: ensinar para impactar vidas. São Paulo: Editora Vida, 2010. p. 56.

[26] PERRY, Lloyd Merle. Pregando sobre os problemas da vida. Rio de Janeiro: Juerp, 1989. p. 13.

[27]   JAMES, King. Bíblia Edição de Estudo. São Paulo: Abba Press, 2007, p. 507.

[28] RYRIE, Charles C. Como pregar doutrinas bíblicas. São Paulo: Mundo Cristão, 2007. p. 9.

[29] LACHLER, Karl. Prega a Palavra: passos para a exposição bíblica. São Paulo: Edições Vida Nova, 1990. p. 21.

[30] MORAES, Jilton. Homilética: da pesquisa ao púlpito. São Paulo: Editora Vida, 2005. p. 46.

[31] PIPER, John; TAYLOR, Justin. Palavras: o poder da comunicação na pregaçãoo do Evangelho. São Paulo: Editora Hagnos, 2012. p. 96.

[32] MORAES, Jilton. Homilética. Do ouvinte à prática. São Paulo: Editora Vida, 2013, p. 114.

[33]   BUTLER, Paul. O uso da tecnologia no sermão. In: JOHN, Koessler. Manual de Pregação. São Paulo: Editora Vida Nova, 2010. p. 325.

[34] BROSE, 1980, p. 155.

2 comments on “O problema da forma sem o conteúdo: A necessidade da exposição bíblica

  1. Se fora da internet a gente nao pega o que nao e nosso sem antes se certificar de que realmente podemos usar, por que fazer diferente na internet? Tenho para mim que se as pessoas trouxessem para a web o mesmo comportamento que tem fora da websfera, entao teriamos muito menos problemas e stress na rede.

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