Michel Augusto

Month: maio 2017

10 lições iniciais sobre o Sermão Expositivo extraídos de Timothy Keller

10 lições sobre o Sermão Expositivo extraídos de Timothy Keller

Timothy Keller é um expositor que consegue unir os princípios da pregação expositiva, sem, contudo, perder de vista os aspectos da cultura que precisam ser enfrentados. Nesse sentido, ele se torna um exemplo de pregador bem fundamento e não enfadonho, com uma boa doutrina e aplicações culturais satisfazendo os anseios da exposição bíblica. Keller é conservador e honesto.  Seguem dez lições preliminares da obra do autor sobre pregação:

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20 impressões sobre música em Lutero escritas por Tiago Cavaco

 20 impressões sobre música em Lutero escritas por Tiago Cavaco

A obra de Tiago Cavaco traz preciosidades teológicas para a cristandade protestante e os seus reflexos no entendimento e prática no contexto do culto, liturgia, pregação e música, ou seja, trata dos desdobramentos bíblico-doutrinários para a vida do povo, que agora tem voz para cantar uma fez descomplicada. Resolvi separar 20 impressões da pesquisa em Lutero feita pelo Cavaco. Senão, vejamos:

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Pregação e Musicalidade no Culto: Uma Só Voz

Por Michel Augusto

Cultuar publicamente é um desafio crescente em detrimento de inúmeros fatores culturais que, tendenciosamente tentam usurpar o valor e o significado do culto. Há uma perversão dos objetivos da pregação e da música nesse contexto. A pregação é o ápice do culto protestante, como herança da Reforma. No entanto, pregação e música devem partir dos mesmos pressupostos.  Assim, qual seria o lugar da pregação e música no culto?

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Para quem você entregaria o púlpito da igreja?

Por Michel Augusto

            Nos últimos dias foi noticiado que, numa igreja evangélica do Rio de Janeiro, um padre famoso ministrou numa igreja evangélica de um pastor e cantor, também famoso. Bom, o que penso sobre isso?

  1. A reflexão tem que partir da coerência teológica que deve ser vivida no contexto da história da igreja, partindo do que aconteceu na Reforma. Com isso, não afirmo que se deve travar uma guerra religiosa contra os católicos romanos, mas que a identidade de ambos os grupos tem alguns pontos em comum, e outros bem distantes;
  2. O nosso problema não é somente com o padre católico romano, mas também com muitos pastores evangélicos, que se entregaram ao neopentecostalismo e outros, ao liberalismo teológico;
  3. Embora os cristãos (católicos e protestantes) tenham credos em comum, os protestante partem de princípios que não são aceitos e nem tratados no catolicismo romano e vice-versa;
  4. Não convidaria um padre e nem alguns pastores evangélicos para o púlpito da igreja que pastoreio, por vários motivos: I. Mensagem humanista; II. Falta do aspecto cristocêntrico na pregação; III. Questões meritórias na doutrina da salvação; IV. Tradição tratada em grau superior às Escrituras; Entre outros;

Não confiaria o púlpito à um padre e também à alguns líderes evangélicos, pelos motivos acima citados. Com isso, não estou dizendo que não há questões em comum na cristandade, mas que alguns pontos tratados no século XVI precisam passar por uma reflexão contínua, pois a reforma continua!

Michel Augusto é um cristão reformado calvinista. Pastor e teólogo. Doutorando e Mestre em Teologia pelas Faculdades EST – bolsista pela Capes. Bacharel em Direito e Teologia. É professor de Teologia Pastoral na FTRB – Faculdade Teológica Reformada de Brasília. Pastor da Igreja Batista Deus é Luz. Membro da Ordem de Ministros Batistas Nacionais/DF e OAB/DF. Áreas de pesquisa acadêmica: Pregação em Calvino; Teologia Pastoral; Teologia da Musicalidade. (Bolsista Capes)