Michel Augusto

Month: setembro 2016

Fé e Trabalho no contexto das Raízes colonizadoras do Brasil

O processo de separação da fé da vida pública no contexto mundial, deve-se em parte, à influência da revolução industrial, onde os homens que outrora “viviam num sistema colonial, foram obrigados a irem para as indústrias e abandonaram a participação efetiva na família e na fé, transferindo a fé para a esfera privada, diretamente no domínio das mulheres”(1). A fé não acompanhou o pai de família por uma falta de cosmovisão correta da vida cristã. A mulher se tornou a discipuladora do lar e o homem, aquele ser que enfrentava a vida “secular”. Isso trouxe muitos prejuízos para o contexto atual, como por exemplo, a falta de compreensão do que seja “santo e “profano”. O lar era considerado um ambiente santo e o trabalho, um ambiente “mundano”. O fim de tudo isso é a falta de habilidade do crente em aplicar a fé ao contexto da vida em todos os seus aspectos.

Por Michel Augusto

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