Michel Augusto

Month: março 2016

Pregação: uma tradução de tinta em sangue

Por Michel Augusto

         Pregar é uma atividade prática que requer conhecimento teórico. Por outro lado, o conhecimento teológico precisa ser traduzido no púlpito para que a teoria se torne aplicável no cotiadiano do homem regenerado. Traduzir tinta em sangue é a tarefa principal do pastor-teólogo-pregador. É o desafio da contextualização exegética do texto e da hermenêutica da vida de Cristo em nós, como modelo e verdadeira esperança da humanidade. Sendo assim:

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Feliz páscoa, um futuro juízo.

Por Michel Augusto

                Quando chegamos no período natalino e da páscoa, somos interceptados na rua com a frase “feliz natal” ou “feliz páscoa”. Essas felicitações se tornaram clichês destituídos do real significado bíblico-teológico da natalidade, morte e ressurreição de Cristo. Numa sociedade pluralista, mestre em usar símbolos religiosos como mercadoria, termos centrais da fé cristã se vulgarizam, caindo no senso comum cultural.

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Jesus não é o Che Gevara!

Parte II – Jesus como libertador politico e social – Contrapontos à John Dominic Crossan e à Teologia Social

Por Michel Augusto

O momento é propício para tratarmos das inúmeras visões acerca de Jesus que foram estabelecidas ao longo da história da igreja. No contexto da esperança de Jerusalém quanto à um libertador político e social, vemos muitas semelhanças com o evangelho social atual. Jesus foi acompanhado pelas multidões, e era inevitável que não fosse alvo de um reconhecimento público de um libertador em detrimento do domínio romano. Mas o seu objetivo não foi esse. Embora tenha exercido compaixão pelos desassistidos, conforme nos mostra a narrativa de Lucas, não podemos confundir a ação testemunhadora do povo de Deus através de Cristo, com a assistência social.

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Visões distorcidas de Jesus.

Parte I – A história do Instituto Rhema. Uma confissão positiva usada no neopentecostalismo.

O movimento neopentecostal tem se alastrado de forma assustadora no Brasil e fora dele. Assim como não conseguimos definir exatamente o que seja a pós-modernidade, não conseguimos formatar todos os significados do neopentecostalismo. Sabemos que a espiritualidade usada nesse movimento tem origens na confissão positiva de Essek Willian Kenyon, plagiada por Kenneth Hagin. Há muitas distorções nesse movimento, senão vejamos:

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O problema da pregação com “clichês”

Por Michel Augusto

Quando falamos em pregação, entramos num terreno fértil, pois nos deparamos com inúmeras formas de transmissão do conteúdo bíblico. O maior problema não é o estilo pessoal do pregador, mas a substituição do conteúdo bíblico por frases de efeito, isto é, os conhecidos “clichês”. Assim sendo, enumero alguns óbices quanto à performance “clichezada”. Senão, vejamos:

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É POSSÍVEL PENSAR TOTALMENTE FORA DA “CAIXINHA” ?

Uma breve análise de Rubem Alves, o “ex-pastor presbiteriano”

Por Michel Augusto

Em todas as épocas surgiram pessoas que se levantaram como revolucionários na área antropológica e filosófica. Rubem Alves foi um deles e tinha como objetivo o despertamento crítico em relação às estruturas fundamentalistas. Bom, ele queria pensar totalmente fora da “caixinha”! Isso é possível? Ele realmente pensou de forma tão neutra?

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A mulher, a Bíblia e o feminismo evangélico atual

Uma breve reflexão acerca do Dia Internacional da Mulher

Por Michel Augusto

            Hoje é o dia internacional da mulher e isso nos leva a refletir acerca da sua importância e também do papel bíblico que ela deve exercer no casamento, sociedade e igreja. O feminismo se vale de questões sociais e antropológicas para atacar o cristianismo, o acusando de opressor. Por outro lado, o feminismo evangélico se respalda de interpretações da teologia da libertação para fundamentar a igualdade de papéis no contexto evangelical. Sendo assim, propomos alguns pontos para reflexão e análise:

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